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Mostrando postagens de fevereiro, 2019

Vida Ribeirinha

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José Cícero Gomes O sol queima como brasa na pele do caboclo. O caboclo canoeiro, rema singrando  as águas barrentas do Madeira, ele golpeia as águas com seu remo, vai o canoeiro hora rio abaixo, e hora rio acima, lutando pela vida, indo em busca do peixe bom, que está cada vez mais escasso, sempre remando sob o remanso do rio, em buscar do pescado ou indo ao roçado. No roçado de um ribeirinho, havia de tudo um pouco, do feijão de praia, a melancia, o milho verde  macacheira e até abobora. Além de banana branca, mexerica, e muito mais... Hoje está terra desolada por impactos ambientais, o rio poluído por mercúrio e as terras caídas desbarrancando o seu lugar. Era uma vez um povo ribeirinho feliz que não sabia o que era a escassez e medo de perde o seu lugar.

Eu quero um amor de cinema

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*José Cícero Gomes Me dê um olhar como o de Eva Green em ‘007   Cassino Royale’, eu não quero outro! Me dê uma cruzada de pernas a la Sheron Stone, como em ‘Instinto fatal’. Eu não quero a mesmice! Me dê uma beijo, como o de Deborah Kerr em Burt Lancaster em ‘A Um Passo da Eternidade’. O que eu faria se você me desse um clima cinematográfico sempre que forcemos fazer amor? Bem, eu me esforçaria para ser seu o James Bond. Eu quero amor , alegria, bom humor Como em ‘A lovely night’. Eu não quero um amor das velhas novela latinas Eu quero resgatar a emoção, o desejo e a paixão. Vamos juntos, redescobrir aquele tesão da nossa primeira noite de amor. Esqueças todas as suas desculpas ... Nos dê uma nova chance de revivermos o nosso amor. Me dê uma noite de amor como a de Andrés e Beatriz  em ‘La vida de los peces’. Eu estou cansado da mesmice, quando não é pior, diz que está cansada e vira para o lado e dorme. É demais para...